O Leitura que cura nasceu para mostrar que um bom livro pode promover transformação.

As borboletas fazem parte da nossa identidade porque simbolizam o renascimento e a delicadeza dos processos de cura. Assim como elas passam por diferentes fases até ganhar liberdade, cada página lida e compartilhada nos ensina a transformar dor em esperança, fragilidade em coragem e silêncio em voz.

E, como as borboletas, trabalhamos em rede: encontramos força na coletividade e, unidos, seguimos uma jornada com mais clareza, leveza e delicadeza.

💚 Esta iniciativa da ACBG Brasil se inspira na biblioterapia, prática que reconhece na leitura um caminho de acolhimento, reflexão e bem-estar. Queremos incentivar a leitura como fonte de inspiração e motivar profissionais, pacientes, familiares e cuidadores a refletir e encontrar apoio em cada história.

✅ Acompanhe em nossas mídias sociais!

Livros Sugeridos
A origem da Biblioterapia

Alguns remontam as origens da biblioterapia à Primeira Guerra Mundial, quando livros de ficção e não-ficção eram usados para aliviar o sofrimento e o trauma dos soldados. Mas, segundo Carney, a ideia voltou a ganhar força na década de 1990.

Hoje, a biblioterapia tem muitas formas — desde biblioterapeutas como Berthoud, que oferecem recomendações personalizadas por 100 libras esterlinas (R$ 740) por sessão, até médicos do sistema público de saúde britânico (NHS, na sigla em inglês), como Andrew Schuman, que indicam a ficção para alguns pacientes.

Schuman é conselheiro da ONG ReLit, voltada à biblioterapia, e coautor do artigo publicado em 2016 na revista The Lancet sobre os benefícios da leitura para a saúde mental.

Embora a biblioterapia com ficção não substitua outros tratamentos, “em conjunto com outras terapias, pode ser extremamente poderosa”, diz Schuman.

Para Russell, uma das vantagens em relação a outros tipos de terapia é que a leitura pode ser feita no tempo da própria pessoa. Ela pode pegar um livro para ler quando se sentir emocionalmente pronta e parar de ler se estiver sobrecarregada.

Fonte: BBC News Brasil