Pesquisa Nacional
Cenário do Câncer de Cabeça e Pescoço no Brasil

Dr. e Prof. Rogério Gondak, coordenador da pesquisa, trabalhando na finalização do Relatório
apresentado ao Departamento de Patologia, vinculado ao Centro de Ciências da Saúde da UFSC
e a Associação Brasileira de Câncer de Cabeça e Pescoço (ACBG Brasil).
Apresentação
O que os profissionais dizem
sobre a atuação das especialidades?
Este relatório técnico apresenta os resultados da Pesquisa REDE+VOZ, desenvolvida e aplicada entre abril de 2023 e dezembro de 2024. A pesquisa teve como propósito central construir uma estimativa precisa e qualificada sobre o cenário assistencial relacionado ao atendimento de pacientes com Câncer de Cabeça e Pescoço (CCP) no Brasil. Por meio de uma escuta estruturada e sensível junto a profissionais de saúde atuantes em Centros de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) e Unidades de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON), buscou-se fortalecer a rede assistencial, identificar desafios estruturais e operacionais, destacar boas práticas e promover melhorias sustentáveis e efetivas na assistência integral aos pacientes.
Por que realizamos essa pesquisa?
Para entender as necessidades e percepções de profissionais da saúde, para melhorar os serviços e fortalecer a rede de atendimento.
Quem participou da pesquisa?
Os formulários foram aplicados para profissionais de saúde de 13 especialidades que atuam diretamente com pacientes portadores de câncer de cabeça e pescoço em todo o Brasil.
Sobre o que perguntamos?
- Experiência no atendimento
- Qualidade e desafios do serviço
- Sugestões de melhoria
- Espaço para opinião livre
Projeto Rede+Voz
A primeira edição da Pesquisa Nacional REDE+VOZ, realizada em 2019, foi um marco para o controle social do câncer de cabeça e pescoço no Brasil. Conectando profissionais de saúde, pacientes e familiares de todos os estados, o projeto mapeou a realidade assistencial e identificou desafios estruturais, operacionais e de acesso.
Para isso, a equipe da ACBG Brasil percorreu diferentes regiões do país, visitando Centros de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) e Unidades de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON). Essas viagens permitiram ouvir de perto as demandas e vivências de quem atua e de quem vive a rotina do cuidado, fortalecendo vínculos e ampliando a rede de colaboração.
Por meio da análise de 273 questionários aplicados a equipes multidisciplinares, foi possível revelar dados inéditos sobre diagnóstico, tratamento, reabilitação e políticas públicas, oferecendo subsídios concretos para a defesa de direitos e a melhoria da assistência integral.










